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© Alonso Rocha
Anjos de asas de graça
reluzente
junto ao Menino nu na
manjedoura
tangendo bois de luar me vêm à
mente
no leve sopro de uma flauta
moura.
Como invejo o carneiro
displicente
a ruminar a palha acolhedora
ainda orvalhada pelo sangue
quente
da placenta da nuvem
redentora.
Pastor de versos, pássaros e
sapos,
guardando poemas na mochila em
trapos
e grãos de areia – resto do
destino -
sonho um dia encontrar
a estrela-norte
e seguí-la ao deserto além da
morte
puro, inocente e nu, feito o
Menino.
Autor: Alonso
Rocha
Direitos autorais
reservados ao autor.

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