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- Marici Bross

- Efigênia Coutinho

- Juraci Siqueira

- Zuleides Andrade

- Antônio Manoel Abreu Sardenberg

 

@ Marici Bross

Queria ser um anjo
Para com minhas asas
te abraçar

Queria ser um anjo
Para o teu lado voar

Te envolver em meu peito
E com minhas asas te guardar

Te guardar, meu,
Para sempre
E com meus lábios ardentes
Em minha vida, te lacrar.


www.maricibross.com

 


@ Efigênia Coutinho

 Ao vento invoco meu
Anjo, a escutar o
pranto das Aves-Marias.

 

Procuro o passante
e convoco a procurar
a idéia verbal, a força
vital dos Anjos da Guarda!

 

- a oração  para o Anjo
almejando da unidade a
reconciliação dum Mundo
Sem ódio, sem queda intrato!

 

Autoria: Efigênia Coutinho

Camboriú 28-12-2005

 

@ Juraci Siqueira

 Meu Anjo da Guarda

sem asas de poeta

por isso não tarda

nem foge da mente.

 

Ao dar-me guarida,

recebe trabalho,

pois vivo na vida

buscando um atalho.

 

Se mato um desejo,

se roubo um sorriso

em tom de gracejo

me diz: - Tem juízo!

 

Atento e tranqüilo

protege meus passos,

e quando vacilo

me ampara em seus braços.

 

Autoria: Juraci Siqueira

Belém-PA/Brasil

 

© Zuleides Andrade

  Misturo cores, sons e suavidade

A imaginar tão bela criatura

Que neste tempo rumo à eternidade

Vem proteger-me com fiel brandura.

 

Em tuas vestes feitas só de luz

Quisera ver-te, ó meu anjo lindo,

A mão segura que a mim conduz

E tua imagem para mim sorrindo.

 

Quando a missão já estiver cumprida

E os meus dias chegarem ao fim

Verei teu rosto angelical sem véu.

 

Fechando os olhos a esta humana vida.

Sorrindo, então, eu dormirei e assim

Nos braços teus eu voltarei ao Céu.

 

© Ir. Zuleides Andrade, ascj

Curitiba - PR

17- 11 2004

 

@ Antônio Manoel Abreu Sardenberg

Guarda-me anjo da guarda
como sempre me guardou...
guardando aquela lembrança
dos meus tempos de criança
que já se foi... mas ficou.

Guarda todos os sentimentos,
a candura de menino;
guarda todo o meu destino,
minha fé, ternura e paz,
guarda também a saudade
que por pirraça ou maldade
não vai me deixar jamais.

Guarda meus sonhos perdidos
que nunca foram alcançados;
guarda aqueles meus pecados
tão ingênuos de menino,
pecados tão pequeninos
por certo já perdoados.

Guarda, afinal, a certeza
de ter trilhado o caminho
do bem,  razão e pureza;
guarda também a riqueza
do meu pobre coração,
guarda, meu Anjo da Guarda,
minha vida em tuas mãos.

Autor: Antonio Manoel Abreu Sardenberg

 

(Direitos Autorais reservados aos Autores)

 

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